Guima, do Desportivo de Chaves, foi eleito Homem do Jogo em sua estreia no Campeonato Africano das Nações, um feito notável para o médio centro de 27 anos que recentemente obteve a naturalização moçambicana. Nascido em Aveiro, Portugal, em 14 de novembro de 1995, Guima brilhou na partida contra o Egito, superando figuras como Mohamed Salah. Sua destacada atuação contribuiu para o empate, embora o resultado tenha deixado um gosto amargo para o jogador.
Após o jogo, Guima compartilhou a distinção com seus colegas, elogiando o desempenho coletivo dos Mambas, embora expressasse a decepção pela não obtenção da vitória. Ele ressaltou a importância de se concentrar no próximo desafio contra Cabo Verde, agendado para 14 de janeiro, no Estádio Félix Houphouet-Boigny.
Sobre o resultado contra o Egito
Guima expressou a vontade de conquistar os três pontos necessários para garantir a qualificação, destacando a ambição da equipe em fazer história para a seleção moçambicana.
Conhecido nos círculos futebolísticos como "Guima", o jogador, filho de pai português residente em Moçambique há 12 anos e mãe moçambicana, obteve a nacionalidade moçambicana por naturalização, baseada em critérios legais relacionados à descendência.
Além disso, outros membros da equipe, como Clésio Bauque, também compartilharam suas impressões após o jogo. Bauque expressou sua satisfação por marcar um gol, destacando seu papel como atacante. Ele enfatizou a determinação da equipe em continuar trabalhando para alcançar os objetivos, mantendo o foco no próximo confronto contra Cabo Verde.
O goleiro dos Mambas, Ernan Siluane, ressaltou a dificuldade do jogo contra o Egito, destacando o esforço da equipe para equilibrar a partida após um início ansioso. Apesar de não conseguir a vitória, Siluane destacou a motivação no vestiário e agradeceu o apoio dos moçambicanos, reafirmando o compromisso da equipe em representar dignamente a nação.
Dessa forma, Guima e seus companheiros demonstram uma determinação unânime em superar os desafios e alcançar o sucesso na competição continental, mantendo viva a esperança de um desempenho histórico para a seleção moçambicana.
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